Relatos
Na quarta foi o bate-papo com o Mauricio Kubrusly, repórter da Rede Globo. Depoimentos, histórias sobre reportagens e principalmente a atenção dada aos personagens. Gosto de jornalistas com sensibilidade, que conseguem captar a individualidade e as peculiaridades das pessoas. Muito legal. Essa é uma das coisas que me levaram ao jornalismo. Conhecer muita gente, de repente ser íntima dela e saber coisas sobre sua vida.
Na quinta workshop com um cara que simplesmente conheceu Elis Regina (minha cantora mór) e Renato Russo. Nelson Motta veio a Belém falar sobre sua vida e experiência profissional. Muito legal, conversa divertida sem parecer alegrinho...nada forçado. Do jeito que eu gosto. Produtivo.
Final de semana legal, mas esperando mesmo o feriado. Quero praia e tempo sem nada pra fazer. Tudo que preciso! Abril vai ser um mês pesado, com objetivos a cumprir.
Beijo em todos e boa semana.

E enganam mesmo. Quem diria ainda nos idos anos 60 que uma jovem de apenas 1.53 cm seria a maior e mais expressiva cantora do Brasil? Pois é, e foi nisso que Elis Regina Carvalho Costa se tornou. Apontada até hoje como uma das maiores referências da música popular brasileira a menina ainda tímida que cantou pela primeira vez num concurso em Porto Alegre (RS), cidade em que nasceu, provocou um grande Arrastão em todo país. Arrastão por sinal foi à música que deu sucesso a Elis, quando numa interpretação ímpar e sem precedentes venceu o I Festival de Música Popular Brasileira da TV Excelsior.
Elis Regina nasceu no dia 17 de março de 1945 e teve uma carreira inigualável. Desde pequena gostava de cantar e a primeira apresentação aconteceu após a própria Elis pedir para se apresentar em um programa de rádio. Já o primeiro compromisso profissional aconteceu em 1959 e o primeiro disco, ‘Viva a Brotolândia’ gravado em 1961, com repertório que lembrava bastante outra cantora da época, Celly Campello com seu “biquíni de bolinha amarelinho...”. Ao longo dos anos de profissão Elis gravou ainda 27 discos, divididos entre 14 compactos simples e seis duplos, totalizando cerca de quatro milhões de cópias vendidas.
O Fim - Ao chegar à maturidade artística -completou 18 anos de carreira em 1982 – chocou os milhares de fãs e o público em geral com a notícia de sua morte, em 19 de janeiro de 1982. A causa da morte, revelada dias depois após necropsia anunciou que Elis Regina morrera após ingerir uma mistura letal de bebida alcoólica com cocaína. A notícia não tirou o brilho e o arrebatamento dos fãs pela cantora que continua sendo alvo de admiração por diversas gerações.
Outro material é um Box com três dvds que mostram Elis ainda jovem, com 16 anos e ao longo da carreira, passando por músicas de João Bosco e Aldir Blanc, Milton Nascimento e Fernando Brant, além de Rita Lee, Lô Borges e Tom Jobim. O último dvd mostra o show de maior sucesso de Elis, ‘Falso Brilhante’ que foi assistido por cerca de 280 mil pessoas em 257 apresentações.
